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XIV SIPAT TRATOU SOBRE DEPENDÊNCIA QUÍMICA

CERMISSÕES

             A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho incluiu dentro da programação da XIV SIPAT o tema Dependência Química, o assunto foi apresentado pelo palestrante Rildo Carvalho Lopes da cidade de Santo Antônio das Missões.

            Dependência Química é uma doença que não tem cura, mas pode ser detida e o doente pode viver sem drogas, segundo pesquisa a idade inicial de uso das drogas é a seguinte: 17% aos 09 anos, 50% aos 13 anos, 17% aos 15 anos e 16% até os 19 anos.

            Rildo Carvalho afirma que as drogas, são substâncias naturais ou sintéticas que possuem a capacidade de alterar o funcionamento do organismo, são divididas em dois grandes grupos, segundo o critério de legalidade perante a Lei: drogas lícitas e ilícitas.

            As drogas lícitas são aquelas legalizadas, produzidas e comercializadas livremente e que são aceitas pela sociedade. Os dois principais exemplos de drogas lícitas na nossa sociedade são o cigarro e o álcool. Outros exemplos de drogas lícitas: anorexígenos (moderadores de apetite), benzodiazepínicos (remédios utilizados para reduzir a ansiedade), etc.

            Já à cocaína, a maconha, o crack, a heroína, etc., são drogas ilícitas, ou seja, são drogas cuja comercialização é proibida pela legislação. Além disso, as mesmas não são socialmente aceitas. É importante ressaltar que não é pelo fato de serem lícitas, que essas drogas são pouco ameaçadoras; a alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o órgão, as drogas ilícitas respondem por 0,8% dos problemas de saúde em todo o mundo, enquanto o cigarro e o álcool, juntos, são responsáveis por 8,1% desses problemas.
            Nesse sentido, muitos questionam a aceitação, por parte da sociedade, das drogas lícitas, uma vez que as mesmas são prejudiciais para a saúde e também causam dependência nos usuários. Assim, o critério de legalidade ou não de uma droga é historicamente variável e não está relacionado, necessariamente, com a gravidade de seus efeitos. Alguns até mesmo afirmam que esse critério é fruto de um jogo de interesses políticos, e, sobretudo, econômicos.

            Rildo afirma que: “para um dependente químico romper a barreira da dependência é necessário todo o apoio dos familiares e amigos, pois sozinho é quase impossível a recuperação, o estado de angustia faz o dependente encontrar refúgio nas drogas, sejam lícitas ou ilícitas”.

 

 

 

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    Edital 05 2017











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