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FAMÍLIA E SUCESSÃO PATRIMONIAL

CERMISSÕES

O segundo palestrante do EPECOOP foi o Professor de Direito Administrativo, Alexandre Pasqualini, em sua fala destacou que: mais importante que o patrimônio é a família, segundo o palestrante dados indicam que anualmente são transferidos 1 trilhão de dólares em patrimônio no planeta, sendo que devido as disputas familiares 70% dos direitos patrimoniais são desperdiçados, ou seja 7 de cada 10 transferências acabam reduzindo o direito dos bens familiares. Pasqualini afirmou que: “patrimônio é o espaço de nossa liberdade”, por que patrimônio da família envolve o intra e o inter geracional, ou seja, envolve “vivos, mortos e os vindouros”, por isso a pior maneira de pensar em si mesmo é pensar na sua individualidade. Sendo que a decisão mais séria e importante que existe na vida de uma pessoa é a decisão de “constituir uma família”. Na sucessão patrimonial todos devem participar e para isso a comunicação e confiança é tudo, sendo que o atraso econômico no mundo é gerado pela falta de confiança no outro. Citou como exemplo a taxa de confiança no outro do Sueco é de 68%, no Brasil a taxa de confiança no outro é de 9%, afirmou que a síndrome da taxa de confiança também deixa suas digitais na família, para melhorar essa taxa só tem um jeito, é através do diálogo. Famílias que se desfizeram foi por falta de confiança, comunicação, participação e compartilhamento dos valores. “Valores são vivenciados e não ensinados”. Disse que: “os bons consensos são construídos de vários dissensos; acordos são feitos de muitos desacordos”, e que infelizmente quando se trata de sucessão patrimonial os mais inteligentes da família, são os mais estúpidos, frisou que na família o mais importante dos hábitos é o diálogo sem perder a unidade. Falou da importância da criação do “conselho familiar” onde a pedagogia seja baseada no exemplo, pois é a tradição que norteia a continuidade da família. Exemplo: é prática na prática. Os mortos, os vivos e os vindouros, ter consciência de que os “vindouros” são a maioria”, por isso a importância do compromisso com o futuro, para a sustentabilidade da família. Saber que: “a felicidade é uma tarefa de longo prazo”, infelizmente nós vivemos em busca de resultados imediatos, a curto prazo, saber que: “vidas custam vidas”. Por fim o Professor Pasqualini afirmou: “para chegarmos a conclusões hoje sobre determinados fatos muitos pensaram e escreveram antes de nós falarmos”, e como família precisamos pensar no longo prazo e isso implica em renuncia, pois numa sucessão patrimonial a ideia que se tem é de blindagem de patrimônio, ou seja, a preservação, mas precisamos estar cientes de que haverá o decréscimo causado pela tributação devido a transferência de bens e as perdas pela forma de governança do processo intra familiar.

 

 

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