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COOPERATIVAS DO RS TÊM REVISÕES TARIFÁRIAS APROVADAS

CERMISSÕES

 

Cooperativas localizadas no Rio Grande do Sul tiveram as Revisões Tarifárias aprovadas nesta terça-feira (25/7) pela Diretoria Colegiada da ANEEL.  São elas: Cooperativa de Distribuição e Geração de Energia da Missões (CERMISSÕES), Cooperativa Distribuidora de Energia Fronteira Noroeste (COOPERLUZ) e (COPREL) Cooperativa de Energia. As tarifas entram em vigor a partir do dia 30/07/17.

 

Os índices que serão aplicados às contas de luz dos Associados/Consumidores das três Cooperativas aprovados neste dia 25 de julho de 2017 pela ANEEL: CERMISSÕES Baixa Tensão (por exemplo residências): Índice de Reajuste Médio de 15,05%; Alta Tensão (por exemplo Industrias) Índice Médio de Reajuste de 17,86%; Consumidor Residêncial (B1), Índice Médio de Reajuste de 14,51%. Já a COOPERLUZ de Santa Rosa o Índice Médio de Reajuste Aprovado foi de 19,96% e o Índice Médio de Reajuste Aprovado pela ANEEL para a COPREL de Ibiruba foi de 19,34%.

 

Na proposta inicial apresentada pela ANEEL o indice de reajuste das tarifas de energia da CERMISSÕES seria de 30,63%, impulsionado pelo aumento da tarifa de compra de energia (devido a retirada dos descontos na tarifa de compra de energia) e a tarifa de transporte de energia. Diante desses dois componentes e os demais que integraram a tarifa final a ser paga pelos Associados/Consumidores da CERMISSÕES apartir de 30 de julho de 2017, resultado do segundo ciclo de Revisão Tarifária. Após estudos realizados pela Administração com apoio dos Técnicos da CERMISSÕES e Especialista em tarifas, foi encaminhado contraproposta para análise da Superintêndencia de Gestão Tarifária da ANEEL, visando a homologação das novas tarifas.

 

A ANEEL havia estabelecido um teto de R$ 39 milhões para a Parcela “B”, (custos gerenciáveis pela Administração da Cooperativa), na proposta pleiteada a Administração da CERMISSÕES solicitou o valor de R$ 34 milhões, representando um enxugamento de R$ 5 milhões para o período julho 2017/junho de 2018, resultando na redução do Índice Médio de Reajuste de 30,63% para 15,76%.

 

O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública). (Aneel – 25/07)

 

 

 

 

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